Artistas FATT 2026

Quinta-Feira : 27 de Agosto

UMÀNIM

Espanha

UMÀNIM

UMÀNIM, aka Victor Vico, vêm de Barcelona e chega ao FATT 2026 para uma atuação ao vivo única. Este one-man show convida o público para uma viagem hipnótica e profundamente sensorial, através de efeitos analógicos, padrões repetitivos que induzem o trance e uma procura constante pela melodia. Em palco, o concerto evolui como um fluxo contínuo e imersivo, enraizado na vibração e na presença do momento.

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Yemadas

Portugal

Yemadas

Nascido em 2011, este trio — Tiago Rouxinol, Ana Costa e Junior são músicos multi-instrumentistas, este projecto foca-se num elemento essencial: fazer as pessoas dançar de verdade. Mais do que concertos, as suas atuações são rituais vibrantes de ritmo, voz e celebração, onde se cruzam grooves tribais intensos com mensagens de união, natureza e alegria. Moldados por viagens intensas pela América Latina, África e Ásia, os Yemadas criam música original em várias línguas, convidando o público a cantar, mover-se e conectar-se.

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Sexta-Feira : 28 de Agosto

Pedro Barreiros

Portugal

Pedro Barreiros

Pedro Barreiros é um artista multidisciplinar natural de Lisboa, cuja abordagem musical cruza tradição e contemporaneidade. O seu projeto mergulha nas raízes da música tradicional portuguesa, explorando a sonoridade da guitarra portuguesa e da guitarra acústica, combinadas com composições originais. Acompanhado pelo didgeridoo, Pedro Barreiros cria uma fusão única que evoca paisagens sonoras profundas, onde o ancestral e o moderno coexistem em harmonia. No FATT 2026, o artista apresenta um concerto envolvente convidando o público a uma viagem sensorial através de texturas acústicas e vibrações tribais.

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Lagarto

Portugal

Lagarto

LAGARTO é um projeto musical singular que reúne Geraldo Gomes (violoncelo), Rita Carreiras (violino) e Renato Oliveira (didgeridoo), explorando a fusão entre sonoridades clássicas e contemporâneas. Através de um formato pouco convencional, o trio cria uma linguagem própria onde o didgeridoo — instrumento ancestral — dialoga com a riqueza tímbrica dos instrumentos de cordas clássicos. Esta combinação resulta numa estética sonora cinematográfica, marcada por paisagens intensas e emoções contrastantes. Inspiradas pela tradição da música clássica portuguesa, as composições de LAGARTO desenvolvem-se como narrativas sonoras, conduzindo o público por ambientes densos, atmosféricos e profundamente expressivos.

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Ecstatic Awakener

Portugal

Ecstatic Awakener

Os Ecstatic Awakener são um duo hipnotizante formado por Ricardo Passos, multi-instrumentista, e Tiago Francisquinho, um dos músicos de Didgeridoo mais técnicos e reconhecidos em Portugal. Juntos, criam uma viagem sonora intensa e envolvente, conduzindo o público por uma experiência imersiva e transformadora. A fusão singular entre sonoridades tradicionais e contemporâneas, resulta numa performance marcante — que continua a ecoar muito depois do espetáculo terminar.

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Varkocs

Eslováquia

Varkocs

Os Varkocs são um projeto musical originário de Šamorín, na Eslováquia, dedicado à exploração das sonoridades ancestrais da Europa Central e de Leste, com especial enfoque na harpa de boca (jaw harp) — um dos instrumentos mais antigos do mundo. Pela primeira vez em Portugal, chegam ao FATT para dar a conhecer uma música profundamente enraizada nas tradições húngaras e eslavas, resgatando técnicas, ritmos e atmosferas que evocam práticas musicais ancestrais. Um ritmo hipnótico e envolvente que promete levar o público a um verdadeiro estado de êxtase.

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Sábado : 29 de Agosto

Leticia Alejos

Espanha

Leticia Alejos

Leticia Alejos é uma multi-instrumentista com mais de 15 anos de dedicação ao didgeridoo, explorando o seu caráter ancestral através de uma abordagem contemporânea e experimental. A sua linguagem musical funde influências da música eletrónica, tradições do mundo e paisagens sonoras rituais, integrando flautas e instrumentos étnicos com loopers e produção ao vivo. O resultado são atmosferas hipnóticas que expandem as possibilidades do didgeridoo. No seu espetáculo a solo Abóbora – Concerto para Didgeridoo e Flauta, propõe um diálogo entre estes dois instrumentos ancestrais, combinando composições originais com referências à música tradicional ibérica, texturas eletrónicas e ambientes de world music.

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Lies Beijerinck

Holanda

Lies Beijerinck

Lies Beijerinck, aka DidgeMama, dispensa apresentações. Natural da Holanda, percorre o mundo levando a sua arte e partilhando a magia do didgeridoo. Considerada um dos pilares na promoção deste instrumento a nível global, dedica-se ao didgeridoo há mais de 33 anos. É uma referência incontornável, tendo influenciado várias gerações — tanto na aprendizagem como no ensino. Após uma carreira marcada por múltiplos projetos colaborativos, encontra-se atualmente focada no seu percurso a solo, bem como no ensino de didgeridoo através de programas de educação e formação online. No FATT 2026, apresenta o seu projeto a solo — uma fusão envolvente entre o didgeridoo e o ngoni, que promete uma experiência sonora única.

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Dubravko Lapaine

Croácia

Dubravko Lapaine

Evita apresentações — Dubravko Lapaine é amplamente reconhecido como um dos músicos de didgeridoo mais influentes de sempre no mundo do didgeridoo. Sem rodeios, pode afirmar-se que é um pioneiro e abriu novos horizontes sonoros, expandiu as possibilidades expressivas deste instrumento. Para quem deseja apreciar uma técnica apurada e mergulhar em sonoridades verdadeiramente “de outro mundo”, este é um concerto imperdível. Para quem deseja apreciar uma técnica apurada e mergulhar em sonoridades verdadeiramente “de outro mundo”, este é um concerto imperdível. Dubravko regressa ao FATT, nove anos depois, para voltar a pisar o palco e proporcionar mais um momento que promete marcar esta edição.

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OliveTreeDance

Portugal

Olive Tree Dance

Com duas décadas de percurso artístico, os OliveTreeDance celebram 20 anos de dedicação à música tribal e orgânica. Pioneiros em Portugal na utilização do didgeridoo como instrumento principal e identidade sonora da banda, os OliveTreeDance construíram um percurso único onde o didgeridoo se funde com bateria, percussões e texturas, criando atuações intensas, hipnóticas e profundamente dançáveis. O projeto nasceu pela visão de Renato Oliveira, mente criativa por detrás da banda e uma das figuras mais importantes na promoção e desenvolvimento do didgeridoo em Portugal ao longo das últimas décadas. O FATT teve o privilégio de acompanhar grande parte desta jornada. Foram inúmeras as vezes que os OliveTreeDance passaram pelo nosso palco, crescendo em conjunto com o festival e deixando memórias fortes na nossa comunidade. Para celebrar estes 20 anos de carreira, o concerto especial no FATT 2026 irá também contar com vários artistas convidados, tornando este momento ainda mais único e simbólico para todos os que acompanharam o percurso da banda ao longo dos anos.

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Domingo : 30 de Agosto

Bal's Not Dead

França

Bal's Not Dead

É um projeto originário de França que reúne dois universos musicais distintos: o didgeridoo de Jean Yves e a viola da gamba de Maël. Este encontro improvável cria uma ponte entre sonoridades ancestrais europeias e a força vibracional do didgeridoo, resultando numa fusão única e envolvente. Inspirado pelas tradições musicais europeias, mas com uma abordagem contemporânea, o duo constrói paisagens sonoras ricas em ritmo e textura, onde o orgânico e o tribal se encontram naturalmente. Em estreia em Portugal, "Bal’s Not Dead" traz ao FATT uma proposta energética e dançável, convidando o público a mergulhar numa atmosfera vibrante onde o corpo e o som se tornam um só.

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Gaianoiz

Portugal

Gaianoiz

Projeto que junta músicos com ligações aos Blasted Mechanism (Ary e Henrique Figueira) e aos Nação Vira-Lata (Jorge Marques). Blasted Mechanism teve uma grande importância na explosão do movimento de Didgeridoo em Portugal, marcando uma geração, colocando uma semente que perdura até hoje. Salvatori Tiliba aka Henrique Figueira era o Didge player dos Blasted Mechanism quando estes ainda davam os seus primeiros passos. Formados em 2013, os GaiaNoiz apresentam se focados na fusão entre instrumentos tradicionais, percussões, sintetizadores e música eletrónica. A sua sonoridade atravessa universos como o Dubstep, Drum and Bass, Breakbeat e música étnica, criando uma viagem intensa, tribal e eletrónica. As músicas dos GaiaNoiz celebram a vida, a união e uma consciência global.

  • Ricardo Dias — Programação, sintetizadores e sampler
  • Henrique Figueira — Voz, sintetizador e percussões
  • Jorge Marques — Roland SPD-SX e percussões
  • Ary — Sintetizadores e mesa de mistura

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17ª edição